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domingo, 8 de agosto de 2021

Cadeira Perpétua Sílvio Rogério Lemke - Nº 01




Sílvio Rogério Lemke nasceu em 07 de julho de 1963, no distrito de Perobas, em Domingos Martins, ES. Mudou-se para Marechal Floriano em 1970. Aluno de escola pública, defensor de educação de qualidade para todos. Formou-se em Filosofia no ano de 1982, na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Atuante na política, trabalhou efetivamente no processo de emancipação de Marechal Floriano. Atuou também como Conselheiro Tutelar, trabalhando na garantia de direitos das crianças e adolescentes florianenses. 

Professor da rede estadual de ensino desde 1995, sempre atento à causas da educação. Entre 1998 e 2002 assumiu a direção da EEEFM Emílio Oscar Hulle, em Marechal Floriano, realizando um trabalho de excelência e deixando sua marca na melhoria da qualidade do ensino.

Atuou como coordenador do polo EAD da UFES, sempre vislumbrando a entrega de uma formação docente adequada, que proporcionasse uma educação com equidade. Faleceu em 06/03/2003, deixando maravilhosas lembranças de sua generosidade e exemplo de seu papel como educador que fez a diferença na educação de nossa cidade.




1ª ocupante: Ángela Regina Ribeiro da Silva


Angela Regina Ribeiro da Silva nasceu em Marechal Floriano, ES, em 15 de dezembro de 1963. É graduada em Letras, licenciada nasdisciplinas de Língua Portuguesa e Literaturas.

Cursou Pós-­Graduação (Latu Sensu) em Psicopedagogia na FAESA -­ Faculdades Associadas do Espírito Santo. 

Concluiu o Mestrado em Educação em 2003, na Universidade Salgado de Oliveira, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, defendendo a Dissertação que versa sobre “Perspectiva Multicultural na Formação de Professores: Postura docente junto a grupos minoritários no âmbito Escolar” (com pesquisa de campo realizada em algumas escolas do segundo ciclo do Ensino Fundamental do município deMarechal Floriano.

Em sua carreira profissional lecionou em Escola Pluridocente, em Educação de Jovens e Adultos, nos Ensinos Fundamental, Médio e Superior.

Assumiu Coordenação e Direção da EEEFM “Emílio Oscar Hulle, em Marechal Floriano, exerceu a função de diretora presidente da uma Cooperativa deProfessores de Marechal Floriano – COPMAF – Escola Martinho Lutero, onde hoje funciona a Escola Integração. Exerceu atividades na Secretaria Municipal de Educação onde Coordenou o Projeto de criação e publicação da “Cartilha Municipal da Nova Ortografia”, um apoio pedagógico às escolas na ocasião do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Participou de alguns eventos científicos relacionados a temas de seu interesse: Multiculturalismo, Gênero, Linguagem e Novas Tecnologias em sala de aula, como exemplo a IV JORNADA CIENTÍFICA da UNIVERSO & III ENCONTRO ANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA e ainda do SEMINÁRIO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO, promovidos pela Universidade Salgado de Oliveira, apresentando trabalhos de sua autoria.

Publicou alguns artigos científicos no “Caderno de Estudos e Pesquisas” da mesma Universidade.

sábado, 7 de agosto de 2021

Cadeira Perpétua Izilia Traváglia Cardoso - Nº 02


Izília Traváglia Cardoso, filha do imigrante Italiano Victor Travaglia e da imigrante alemã Clara Endlich, nascida em 22 de novembro de 1922, no então distrito de Marechal Floriano, município de Domingos Martins, Espirito Santo, uma das quatro netas do saudoso imigrante alemão Felipe Endlich, que foi primeiro prefeito de Domingos Martins.

Católica, casada com Rolino Cardoso, mãe de 4 filhos, a saber: Adilso José Cardoso, Jacintho Cardoso, Enildo Antônio Cardoso e Antônio Victor Cardoso. Sempre residiu em Marechal Floriano, uma doméstica, sem muito conhecimento e estudos, criou seus quatro filhos com muito suor, esforço e sacrifícios, devido as condições financeiras e logística da época, fazendo doces, salgados , biscoitos e bolos para seus filhos venderem pelas ruas, praças, estação ferroviária, campos de futebol etc.  

Seus quitutes, muito contribuíram para desenvolvimento comercial do distrito de Marechal Floriano, pois alimentava muitos transeuntes que passavam de ônibus pelo distrito e faziam parada no tradicional Bar América, ponto de ônibus, onde dona Izilia fornecia seus produtos, além de outros comércios. Ainda cuidava de hortas no próprio quintal, tudo para ajudar o marido nas despesas da casa. A renda era muito baixa, porque seu marido, Rolino Cardoso, sem estudos e sem emprego fixo, exercia a função de tropeiro, atividade comum na época para o transporte de cargas diversas, ficando por dias fora de casa.


 1º Ocupante: Enildo Antônio Cardoso

Nasceu em 24 de novembro de 1956, no então distrito de Marechal Floriano, Domingos Martins, ES., filho de Rolino Cardoso e Izilia Travaglia Cardoso.

Pai de duas filhas, Gabriela Werneck Cardoso e Heloisa Werneck Cardoso, avô de 4 netos, é casado com Eliane Ferreira Cardoso.

É bisneto do alemão Felipe Endlich, primeiro prefeito de Domingos Martins (então Santa Isabel) e  um dos desbravadores da Vila Braço do Sul.

Neto de Clara Endlich (filha de Felipe Endlich) e do Italiano Vitor Travaglia.

Tem formação em diversos cursos profissionalizantes em múltiplas áreas: mecânica de automóveis no SENAI; administração de empresas; marketing; organização de eventos; mestre de cerimônia; comunicações verbais; dicção; oratória; e arte de falar em público, entre outros.  

E na faculdade da vida muito aprendeu:  aos 10 anos, já com a visão empreendedora, iniciou sua atividades comerciais vendendo salgados, doces, ovos,  cortes de fazenda, verduras e compra e vendas de litros e garrafas vazias,  entre outros; já aos 14  anos passou também a comercializar  eletrônicos, relógios, canetas entre outros objetos e artigos religiosos oriundos de Aparecida - SP.;  1968 a 1972  exerceu a função de garçon, na antiga Pensão Recreio e no Restaurante Braço do Sul; de 1973 a março de 1974  trabalhou na  oficina  mecânica do Lino; de abril de 1974 a 1977  trabalhou como mecânico da Vitóriawagen, concessionária Volkswagen; em fevereiro de 1978 criou a Publicidade Brasil e a famosa Discoteca Gira som 2000, que por muitos anos fez sucesso em varias regiões do estado;  autor do projeto de viabilidade técnica  encaminhado ao ministério das comunicações para o município ter uma emissora de rádio (hoje Clok FM infelizmente não ganhou a concessão); fundador do Jornal “O Noticiário”, primeiro jornal impresso do munícipio, confeccionado no parque gráfico de A Gazeta, com uma tiragem inicial de mil exemplares;  na década de 80, filiado a Associação Pró Melhoramentos Urbano e Rural do distrito de Marechal Floriano, foi membro do conselho fiscal, deliberativo, secretário, diretor de relações Públicas e Presidente; em 1982 adquiriu a Tipografia  Brasil, hoje  Grafisana; em 1991/92, foi um dos incentivadores de primeira hora do movimento de emancipação política de Marechal Floriano e ainda foi o responsável pela comunicação do movimento; fundador da ACIASMAF, em setembro de 1994, sendo o primeiro  presidente; de 1994 a 1998, membro da Loja Maçônica Domingos José Martins; fundador da Alpce Turismo em fevereiro de 1997; membro diretor do SIGES - Sindicato  da Indústria Gráfica do Estado do Espirito Santo e da ABIGRAF Associação Brasileira da Industria Gráfica, com sede em São Paulo; de 1985 a 2013, membro do Convention Bureal do Estado do Espírito Santo  indicado pala FINDES Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo; Secretário Municipal de Turismo do município de Marechal Floriano de 2005 a 2008, função na qual contribuiu para a fundação do  Fórum de Secretários  Municipais de Turismo do Estado do ES., permanecendo como vice presidente no período de 2005/2008; membro do Conselho Estadual de Turismo do Estado  do Espírito Santo, 2010 a 2014; membro fundador do Convention  Bureal das Montanhas Capixabas; membro idealizador da Associação de Pastores e Líderes Evangélicos de Marechal Floriano; diretor de eventos da Ybera Cosméticos  de 2006  a 2015; em  2021, sócio fundador da Yiaçá Comércio, exportação e importação  de Cosméticos Ltda.



sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Cadeira Perpétua Genoveva Marculano Gama Delpuppo - nº 03


Genoveva Marculano Gama Delpuppo, de apelido D. Santa, nasceu em Baixo Quartel – Linhares-ES, no dia 05 de fevereiro de 1943.

Filha legítima de Olímpio da Silva Gama e de Genoveva Marculano Gama (ela recebeu o mesmo nome de sua mãe que faleceu no parto).

Ainda no mesmo ano de seu nascimento veio com o seu pai para Marechal Floriano. Ele a deixou com a sua tia, Maria Siqueira e seu esposo Sebastião Siqueira. O casal não teve filhos e criou Genoveva como se fosse filha deles.

Aos 14 anos de idade ela descobriu que não era filha biológica do casal que a criou e, sim, de uma família de Linhares. Lá, ela descobriu que teria mais quatro irmãos mais velhos e, também, que o seu pai havia se casado novamente e que teria mais sete irmãos.

D. Santa, como era carinhosamente chamada em Marechal Floriano, casou-se com Florentino Delpuppo, com quem teve quatro filhos: Sebastião Magno Delpuppo (Dedé); Carlos Fabiano Delpuppo (Fabinho); Florentino Delpuppo Junior (Juninho) e Andréia Maria Delpuppo.

D. Santa atuou profissionalmente em várias escolas, dentre elas:

Professora em Rapadura - Domingos Martins-ES; Soído de Baixo (Cabocla); Aparecida (Basílio) - Alfredo Chaves - ES. Na Escola Municipal Elisiário Ferreira Filho ela atuou como professora e Diretora. Na Escola Estadual Emílio Oscar Hülle, atuou na direção por certo período; no CNEC de Domingos Martins, foi coordenadora; Foi Diretora na Associação Pestalozzi de Marechal Floriano e, Diretora na Creche Municipal Flomiro Endlich Canal Neto.

Ela faleceu em 28 de fevereiro de 2020. Porém, deixou um legado para a cidade de Marechal Floriano-ES que, vai além dessa geração: D. Santa tinha um amor livre para todos e por todos.

1ª ocupante: Sandra Helena Klein Bertollo



Um pouco de mim, sou formada em Pedagogia e Letras-Português. Sou filha de Nelson Klein e Helena Caldeira Klein. Nasci em Marechal Floriano – ES, onde vivi até aos treze anos de idade. Sou graduada em Pedagogia e Letras-Português e, com Pós-graduação em Educação Infantil.

Tenho meus pais como exemplo de vida e três irmãos.

Hoje, sou esposa, mãe e avó.

Sou casada com Durval Bertollo e tenho quatro filhos e cinco netos que me trazem a maior alegria: só tenho a agradecer a Deus pela dádiva em ter uma família linda e abençoada. Bem como, o dom de poder brincar com as palavras e lançar no papel todos os sentimentos advindos de minh’alma.

Sou professora efetiva em Marechal Floriano e, atualmente, estou cedida para a Secretaria de turismo - na Biblioteca Municipal Wagner da Vitória.

Tenho 18 livros publicados, sendo, 7 Literaturas Infantis e 11 estão divididos em: poemas; contos; espiritualismo; romance; aventura; horror e terror.

Minha primeira obra lançada foi Reflexos da Alma.

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Cadeira Perpétua Altair Bittencourt Vieira Machado - Nº 04

 


Dona Altair  nasceu em Vargem Alta, Espírito Santo, no dia 24/08/1924.

Formação professora.

Casada por 56 anos com o também capixaba Jarbas Bittencourt Vieira Machado (que faleceu em 2003), o casal teve residência em Vitória,  formando uma família com  4 filhas e 3 filhos.

Por circunstância de saúde, o casal veio residir em Marechal Floriano e, após enraizamento neste município, resolveu idealizar e realizar a "Sou Feliz" Organização de a amparo  a Idosos, com a finalidade de abrigar o idoso(a) menos favorecido(a) pela sorte em sua vida. A Sou Feliz foi  fundada em 12/05/9l e até funcionando a todo vapor, a favor das comunidades de MF,DM e VNI.

Em 2005 ela lançou um livro de poesias e gostava de cantar e tocar violão. Também gravou um CD com o hino da SOU FELIZ, de sua autoria.

Durante a sua vida, sempre se dedicou em ajudar as pessoas, trabalhando em prol do bem comum. O SOU FELIZ é a obra que mais a gratificava: planejou, criou e, enquanto teve forças, ajudou a tornar a obra social uma realidade.

Além dessas virtudes, era uma pessoa de rara beleza, com seus olhos azuis claros e seu semblante sempre jovial.

Na juventude gostava de dançar e fazer apresentação teatral.

Era uma mulher simples e a sua última residência foi  em Guarapari, onde gostava de, sexta feira a noite, na pracinha, curtir a seresta. Exímia dançarina, chamava a atenção de todos com seus movimentos belos e elegantes.

Faleceu em 2017.


1º Ocupante: Marcos Bittencourt Vieira Machado



Nascido em Vitória, no Espírito Santo, em 02/11/1948, filho de Altair Bittencourt Vieira Machado e Jarbas Bitencourt Vieira Machado.

Estudou o primário na Escola Padre José Anchieta, em Jucutuquara, Vitória, ES; o Ginasial no Colégio Americano de Vitória; Técnico de Contabilidade na Escola Rui Barbosa, Vitória; Direito na Faculdade de Direito de Colatina, ES; Administração de Empresa na UVV (Universidade de Vila Velha, ES.

Trabalhou desde os 14 anos, iniciando na Empresa de Correios e Telégrafos como mensageiro; na Companhia SEMOVETERRA (empreiteira da Vale do Rio Doce); no BRADESCO; na ULTRAGÁS e CESAN (CIA Espírito-Santense de Saneamento) onde aposentou em 2000.

Criou raízes em Marechal Floriano desde a década de 60, época em que seus pais vieram com a família passar férias. Desde então, criou fortes raízes na comunidade florianense.

Atualmente reside à Rua Thieres Veloso, 335, Bairro Jarbinhas, Marechal Floriano, ES. Foi declarado cidadão florianense conforme a Lei Municipal nº 1079, de 20/09/2011.

É um dos fundadores da “Sou Feliz” Organização de Amparo a Idosos, entidade filantrópica, sem fins lucrativos e faz parte da atual diretoria.


Durante algum tempo escreveu para a Coluna do Leitor, do Jornal A Gazeta. Em 2010 com o nascimento de sua primeira neta descobriu o gosto de escrever poesias, sendo muitas delas musicadas. Lançou o primeiro CD intitulado “Felicidade” no ano de 2016, suas letras homenageiam todos da família e amigos.


Em 08 de junho de 2019 lançou o livro “A Vida é Poesia”, Editora Arte da Cura, em Vitória, com capa e projeto gráfico de Caco Appel. Dentre as poesias escritas, fez uma em homenagem Estação de Marechal Floriano. Também escreveu o livro infantil “Sapo, Rã e a Perereca”, ilustrado por Maria Aparecida Genúncio da Vitória Vassem, artesã de Marechal Floriano. Em seu repertório poético tem mais três poesias infantis: A formiga Cabeçuda, A Orquestra dos Bichos e Carrapato e Borrachudo, todas musicadas. No ano de 2022 teve 5 de seus poemas selecionados e publicados na “I Antologia da Academia Florianense de Artes e Letras Flores Passinato Kuster”, lançado pela Editora Clube de Autores.

É letrista musical e autor de vários hinos como: Hino da Italemanha; do time de futebol Apollo XIII; Hino da Pestalozi; da Maçonaria; das padroeiras Sant’Ana, Santa Rita de Marechal Floriano; São José, padroeiro de Santa Maria de Marechal; São Miguel de Arcanjo, padroeiro de Araguaya; Frei Galvão, padroeiro da comunidade Frei Galvão; São Martinho, da comunidade de Iriritimirim, Alfredo Chaves.

Também compôs as letras das músicas: Araguaia minha vida em homenagem à comunidade; Pedra Azul, ponto turístico de Domingos Martins; Cidades Irmãs, homenageando Vitória e Vila Velha e Guarapari Minha Vida.

É o autor da Letra do HINO da AFHAL - Academia Florianense de História Artes e Letras de Marechal Floriano ES.



quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Cadeira Perpétua Elizabethe Catelan Taquette - Nº 05

 


Elizabethe Catelan Taquette, filha de Jacinto Catelan e Luiza Destefane Catelan, nasceu em 11 de setembro de 1898, em Iriritimirim, distrito de Matilde, município de Alfredo Chaves. Casou-se com João José Taquette em 18 de abril de 1921, foram morar em Rio Fundo, município de Marechal Floriano e tiveram seis filhos. Dona Beta, como era conhecida, foi uma personalidade de grande relevância para o nosso município pois atuou por longos anos como a única parteira da região. 

Naquela época teve a oportunidade de fazer o curso de parteira na Santa Casa de Misericórdia em Vitória. Mulher de personalidade forte, porém muito caridosa, não hesitava de sair a qualquer hora do dia ou da noite, para atender a um chamado. Embaixo de sol ou chuva, montava seu cavalo, único meio de transporte e com sua maleta com os instrumentos necessários partia para fazer mais um parto.

Realizou mais de quinhentos partos, atendendo a todas as famílias que solicitavam seus serviços, sem olhar a condição sócio econômica. Rico ou pobre era atendido com a mesma dedicação e zelo. Amava a sua profissão. Segundo relatos de suas filhas, não era muito chegada às funções do lar. 

Apreciava uma boa leitura acompanhada de seu cachimbo. Lia em Português, Italiano e em Espanhol. Dona Beta falava quatro idiomas falava o Italiano clássico, o Italiano dialeto, Espanhol, Romanês (língua Cigana) e entendia bem o Alemão. Gostava de ler livros de Contos de Faroeste e fotonovelas. 

Sempre se correspondia com familiares da Itália e, nas horas vagas, adorava de pescar.



1º Ocupante: Cícero Rafael Walcker Modolo (22/05/1980)


Cícero Rafael Walcker Modolo

Repórter Cinematográfico, Jornalista

Registro de Jornalista DRT Nº 0003970/ES.

 

Cícero Modolo nascido em Vitória, no Espírito Santo, no dia 22 de maio de 1980. Seu pai, Rafael Antonio Modolo, sua mãe, Ana Regina Walcker Modolo. Veio do hospital maternidade para sua cidade natal Marechal Floriano, onde concluiu o curso primário na Escola Elisiario Ferreira Filho, concluiu o e ensino médio na EEFM Emílio Oscar Hülle. Graduação em Administração de Empresas. F.I.B. Interrompida no 7º período. Atualmente faz graduação em Gestão Pública. Multivix.

Como profissional, começou como Cinegrafista e Editor no Programa Nossa Terra (2013 a 2016), exibido na TV Tribuna - SBT, apresentado por Jean Walcher.

Durante os 04 anos contratado como freelancer para o Portal Notícia Capixaba, gerando conteúdos em reportagens e foto e vídeo, o Portal, é um veículo online que apresenta link específico com notícias das regiões Sul e Serranas do Espírito Santo, com média mensal de acesso geral de mais de 390 mil páginas visitadas por mês.

Para o programa Tá Pocando, com exibição na Rede TV-ES, participou na produção geral, como Cinegrafista e Editor do Programa no estúdio, ao vivo e nas gravações externas.

Atualmente, trabalho na Câmara de Marechal Floriano como Diretor de Comunicação responsável pela Assessoria de Comunicação, além de realizar trabalhos como freelancer para Site de Portais Jornalismo da Capital e das regiões Sul e Serranas do Estado. Também como jornalista para o www.montanhascapixabas.com.br.

Cícero Modolo é uma das figuras do portal de notícias mais conhecidas das regiões Sul e Serranas do Estado, seu carisma aliado a versatilidade, tornaram o repórter popular, com a cara da região.

Membro efetivo vitalício da AFHAL - Academia Florianense de História, Artes e Letras

“Flores Passinato Kuster”.

Pela Assessoria de Comunicação do Poder Legislativo, como Diretor de Comunicação está envolvido pela Câmara de Marechal Floriano no projeto de resgate a história cultural, local, político, regionais e também nas mais diversas perspectivas de linha, em fins do século XIX e início do XX, do município, “Resgatando a História”, “Conheça Marechal”, “Bom dia Marechal” e “Fala Florianense”.

O jornalista da Câmara municipal e do Portal Montanhas Capixabas, Cícero Rafael Walcker Modolo, recebeu a condecoração nacional e “Medalha Adriano Mazzarino” da edição do Top Legislativo 2021 e em 2022 recebeu a “Medalha Top Legislativo” com o reconhecimento pela honra, comprometimento aos bons serviços prestados ao fortalecimento do legislativo municipal. A homenagem é concedida as personalidades que contribuem com o poder legislativo municipal brasileiro.

Como Diretor de Comunicação desta Casa de Leis, a Câmara de Marechal Floriano recebeu o Prêmio de Inovação Pública do Estado do Espírito Santo, INOVES/2022, pelo Projeto de Lei, “Biblioteca Viva”, na Categoria Projeto em Desenvolvimento de Outros Poderes. Se tornando a segunda Câmara Municipal do Estado do Espírito Santo a receber este prêmio em todas as edições.

Jornalista Cícero Modolo do Portal Montanhas Capixabas recebeu em 2023 a

 “Comenda do Mérito Legislativo Jairo Maria”, na Assembleia Legislativa (Ales), que

 leva o nome de um dos mais renomados radialistas do Estado. A Comenda é a

 maior honraria do Legislativo para profissionais da área.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Cadeira Perpétua Leopoldina Nascimento - Nº 06




Dona Leopa, como gostava de ser chamada. Nasceu na época que Marechal Floriano era uma Vila, em 17 de agosto de 1905. Faleceu em 09 de outubro de 2020, com 115 anos. Filha de Manoel Vieira do Nascimento, escravo liberto pela Lei do Ventre Livre. Em Marechal Floriano passou a sua infância, mas com 13 anos foi trabalhar como doméstica em Cachoeiro de Itapemirim. Conheci esta simpática senhora no dia 10 de outubro de 2015, no asilo que vivia, Avedalma, em Cariacica – Sede/ES. Sempre que dava, íamos visitá-la. Com a mente ótima lembrou do Belarmino Pinto e do Victor Traváglia, senhores conhecidos na história de Marechal Floriano. Não casou, também não teve filhos, sua vida foi dedicada ao trabalho como doméstica. Mesmo tendo pouco estudo, sabia ler e escrever. Gostava de poesia, música e tocava gaita. Uma das coisas que sempre fazia questão, era exercer o seu direito de votar, e gostava de destacar a sua importância na escolha do candidato. Gostava também de declamar poesia, e o fez, lindamente, no último dia que fomos visitá-la, “Meus Oito Anos” de Casimiro de Abreu:

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais! (...)

            Sabia de cor e na gaita o Hino Nacional, o Hino da Bandeira e o Hino do Espírito Santo. Uma senhora apaixonada por poesia e pela pátria. O sorriso no rosto era sua marca registrada. Que alegria poder fazer esta homenagem póstuma.


Dona Leopa era considerada a eleitora mais idosa do estado do Espirito Santo, e talvez do Brasil, pois sempre fazia questão de ir votar, mesmo que na idade dela o voto é considerado facultativo.

Em entrevista ao jornal A Tribuna nas eleições de 2018, Dona Leopa voltou a defender a importância do voto inclusive para pessoas que não precisam mais votar, como era o caso dela, por ser idosa: “O voto trouxe liberdade para a mulher”, destacou.

E para quem diz que não adianta votar porque os políticos sempre roubam, Dona Leopa destacou para A Tribuna que essa não é a forma ideal de lidar com os problemas: “As pessoas falam que não vão votar porque os políticos continuarão a roubar do mesmo jeito. Mas isso não é certo. A gente tem a chance de renovar a cada quatro anos, de tentar de novo”, disse Dona Leopa.

“As pessoas que trabalham melhor para o Brasil são em quem a gente vota, aquelas pessoas que fazem algo para o país. Também é preciso muito cuidado para não deixar o Brasil cair em uma ditadura. Que Deus nos livre. Eu já assisti uma ditadura”.

Dona Leopa

Em entrevista para A GAZETA em 2016




1ª Ocupante: Giovana Cristina Schneider(21/02/1968)





Giovana Cristina Schneider, também conhecida como Vaninha. Por ser um bebê grande, e seria necessário fazer cesárea, sua mãe teve que ser deslocada do interior para dar à luz na Santa Casa de Misericórdia de Vitória/ES. Morou em Campinho, Domingos Martins, até a idade de dois anos. Depois foi com a família morar em Marechal Floriano, onde considera sua cidade natal. Lugar, como costuma dizer, que tem seu comprovante de residência.

            Sempre tendo um carinho enorme por Marechal Floriano, e curiosidade para saber quem foram os primeiros moradores, quem era o tal Belarmino Pinto que dava nome da rua. E com esta curiosidade, e recursos próprios, nasceu o primeiro livro de Marechal Floriano, Resgatando Memórias, que conta um pouco das memórias desta pequena e grande cidade.

            Quando era uma pequena menina, que brincava nas ruas de Marechal Floriano. Na minha visão de criança, era tudo grande...

            Então, uma grande cidade. Com o passar do tempo as brincadeiras de criança ficaram para trás...

            Hoje na minha visão adulta, Marechal Floriano se tornou pequena...

            Mas uma pequena cidade de grande aconchego. Marechal Floriano tem o seu aconchego natural...

            Amo esta pequena e grande cidade”.

            O curso primário foi no antigo “Grupo Novo”, hoje Elisiário Ferreira Filho. Ginasial e Ensino médio no EEFM Emílio Oscar Hülle.

Tem o Curso de Auxiliar de Enfermagem 

Curso de Fundamentos do Jornalismo.

Atualmente faz graduação em Filosofia.

Escritora

Poeta

Contista

Participação em várias Antologias de Contos e Poesias, em editoras do Brasil.

(Um carinho especial, Antologia “Poetas Pela Paz”, que já está na sua 2ª Edição)

Em 2019 a participação no lançamento da Antologia Contos Sombrios, da Editora Drago, na Bienal do Rio de Janeiro. Com o conto: Relógio.

O romance “No Paralelo da Vida” que já está na sua 2ª Edição. Teve inscrição no Prêmio Oceanos 2021, mesmo não sendo selecionado, foi uma grande oportunidade de ser apresentado, pois foram avaliadas 1.835 obras de dez países.

            Recebeu da Câmara Municipal de Marechal Floriano: Mocão de Aplausos em 2019 e 2021 (Reconhecimento pelo trabalho de escritora).

            Filha de Florentino Schneider (in memoriam) e Licila Schneider. Sendo a caçula da família, tem dois irmãos, Florentino Schneider Filho (in memoriam) e Aristeu Schneider, duas irmãs, Leticia Regina Schneider Tschaen e Lucinéa Schneider Tomaz Ricci.Atualmente usando somente, Giovana Schneider, nas obras.

Livros publicados:

Registros... Aleatórios (Poema/2014) Grafisana MF

Marechal Floriano... Resgatando Memórias (Livro Reportagem/2018) Grafisana MF

Palavras ao Vento (Poema/2019)  Editora Drago/RJ

No Paralelo da Vida – Já na  2ª Edição – (Romance/2020) – Pragmatha Editora/SP  

Poemas dos Momentos (Poema/2021) – Pragmatha Editora/SP

[ Alguns destes títulos estão disponíveis na Amazon no formato eBook Klinde]

Algumas curiosidades:

*Já trabalhou como Sonoplasta no Teatro Galpão, em Vitória. O rapaz que era o responsável pela sonoplastia ficou doente, não havia ninguém para substituí-lo, não teve outro jeito, como conhecia todos os componentes da peça, e assistia todos os ensaios, teve que aprender em uma semana. No final deu tudo certo. 

*Já trabalhou como Agente Comunitária de Saúde, e foi a primeira e única líder que eles tiveram, quando saiu, ninguém a substituiu.

*Sofreu um acidente em 2007, poderia ter entrado em depressão, o que quase aconteceu, mas foi SALVA pela LITERATURA. 

domingo, 1 de agosto de 2021

Cadeira Perpétua Hilton Ezequiel Ronchi - No. 07

 






1º Ocupante: Cézar Tadeu Ronchi Filho




Nascido em 26 de agosto de 1971, em Vitória (ES), Cezinha Ronchi, Filho de Cézar Tadeu Ronchi e Maria de La Concepcion Montouto Alvarez, é morador do Distrito de Araguaya, Marechal Floriano, pai de cinco filhas: Ana Caroline, Maristela, Sofia Antonieta, Maria Catharina e Ana Cecília.

É Graduado em Gestão de Agronegócios (FAESA) 2008, Pós-Graduado em Direito Político pela UNIG (Universidade Iguaçu) 2011.

É Autor do Projeto de Lei que deu fim do Voto Secreto na Câmara Municipal Marechal Floriano, foi Campeão Brasileiro de Projeto de Leis sancionados na Legislatura 2013 a 2016. Foi Chefe da 24ª Ciretran Dez.2003 a abril 2012, englobando Marechal Floriano e Domingos Martins. Foi nas eleições de 2012 o segundo vereador mais votado com 482 votos, foi o Vereador mais votado nas eleições 2016 com 602 votos, o 5° mais votado na atual Legislatura com 412 votos.

Atualmente, exerce o cargo de Presidente da Câmara, eleito por unanimidade por chapa única pelos Vereadores para o Biênio 2021/2022. Eleito Vice-Presidente da ASCAMVES (Associação das Câmaras de Vereadores e Vereadoras do Espírito Santo) Biênio 2021/2022.

Pesquisador e Historiador da Cultura dos colonos europeus e seus descendentes, valorizando o resgate da memória do Município de Marechal Floriano e regiões.

Como Vereador foi autor de vários projetos de preservação da Memória, Cultura e História do Município. Podemos destacar: Museu da Imigração da sede do Município; Museu do Esporte em Araguaya; Museu Casa do Nonno em Araguaya; Memoria do Legislativo Municipal e o Requerimento da volta do Monumento do Imigrante na sede do Município, que estava esquecido, foi um dos fundadores do Centro Cultural Ezequiel Ronchi fazendo parte da primeira Diretoria.

Para dar incentivo a leitura fomentando conhecimento, foi o autor do projeto de criação da Biblioteca Legislativa Municipal e foi um dos fundadores da Biblioteca Comunitária de Araguaya.

É Autor de um Artigo para o site da União dos Vereadores do Brasil (UVB): Preservando nossa Cultura, História e fomentando o Turismo através do Legislativo Municipal.

Também membro do IHGES - Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo.


sábado, 31 de julho de 2021

Cadeira Perpétua José Chagas Filho - nº 08



Nasceu 02/07/1919, foi criado em Costa Pereira Marechal Floriano. Alguns anos depois transferiu-se para Campinho. Casou-se, em 20/04/1949, com Dona Narcisa. 

Foi nomeado escrivão de polícia neste mesmo ano em que se casou, atuando na  delegacia de Domingos Martins  até 1984, quando se aposentou.

Pai de Catulo, Moema e Jussaranã.

Era apaixonado por letras e escreveu muitos poemas, que se encontra guardados com sua família.

Veio a falecer 16/04/2016, deixando muitas saudades.





1ª Ocupante: Aline Rodrigues de Sant'anna 




quinta-feira, 29 de julho de 2021

Cadeira Perpétua Lucineia Guimarães - Nº 10


Filha primogênita de Milton Guimarães e Leni Maria Ronchi Guimarães, Lucinéia nasceu em 06 de setembro de 1957 na pequena Vila de Araguaya, distrito de Marechal Floriano. Viveu sua infância na comunidade onde cursou o ensino primário e depois se mudou para Vitória, onde concluiu o ensino médio. Formou-se em farmácia na capital e depois retornou para Araguaya, onde trabalhou como farmacêutica. Logo após casou-se com o Engenheiro Dr. João Luiz Prest, e em função do trabalho do esposo morou em Goiás e Minas Gerais, e alguns anos depois retornou para Vitória e trabalhou no governo do Estado. Tornou-se mãe de Luiz Henrique Prest e retornou a morar em Araguaya para criar o filho e foi na vila em que nasceu que Lucinéia dedicou-se por décadas à cultura, ao ensino, ao artesanato, à igreja e a diversas atividades comunitárias.

Lucinéia Guimarães foi uma das idealizadoras e curadora do Museu do Esporte e do Centro Cultural Ezequiel Ronchi, catalogando peças, documentos e artigos dos imigrantes italianos que fundaram a Vila de Araguaya em meados do século XIX. Lucinéia se dedicou também na criação de manifestações culturais que celebrassem a cultura dos imigrantes, sendo uma das fundadoras do Coral Italiano Più Bello e do Grupo de Dança Italiana Granelli dei Monti, ambos expoentes no cenário capixaba no que tange sobre preservação da memória italiana.

Neia, como era carinhosamente conhecida em Araguaya, era uma artista, artesã profissional e sensível, produziu pinturas, bordados, restaurações e peças que até hoje estão nas casas de amigos, museus da Vila e principalmente na residência de seus familiares que moram em Araguaya. Destaca-se entre as obras o estandarte do Grupo de Dança Granelli que foi idealizado e pintado por ela. 

O engajamento religioso de Lucinéia é marcante na história de Araguaya, foi durante vários anos catequista na comunidade, organizou festas ao padroeiro São Miguel Arcanjo, dedicou-se junto com sua mãe à conservação e manutenção do cemitério local. Mas em questão de fé destaca-se sua devoção e cuidado com a Igrejinha de Santo Antônio, capela fundada pelos imigrantes italianos em 1891 e que ela se dedicou durante toda a vida na realização de trezenas e festas ao santo.

Durante mais de 30 anos Lucinéia foi referência quando o assunto era história e memória de Araguaya e do seu povo. Mulher de personalidade forte sempre manteve firme sua convicção de que preservar o passado é o caminho para um futuro consciente.

Foi secretária de cultura e turismo de Marechal Floriano (2005-2008), período em que se dedicou em fortalecer as manifestações culturais presentes no município e a identidade do povo florianense. Labutou no projeto “Trem das Montanhas Capixabas “ e na criação do Circuito “Vale do Verde”.

Lucinéia foi idealizadora e organizadora do Encontro da Cultura Italiana de Araguaya, maior manifestação cultural da Vila onde nasceu e que até hoje é realizada, os museus que ajudou a fundar funcionam e recebem todos os anos milhares de turistas, o coral e os grupos de dança que tiveram seu apoio ainda manifestam por meio das danças a cultura italiana. Lucinéia vive na cultura de Araguaya. Seu falecimento precoce em 20 de junho de 2012 deixou um vazio no município, em especial para Araguaya, no entanto, seu legado influenciou diversos adultos, adolescentes e crianças, seus projetos e obras transformaram vidas e trouxeram para a comunidade o despertar da consciência identitária, e uma das pessoas que tiveram o privilégio de aprender, trabalhar e conviver com Lucinéia nos projetos culturais foi o ocupante da cadeira número 10 desta academia e que escolheu homenagear essa que é sem dúvidas um dos maiores expoentes da história, cultura e arte de Marechal Floriano. Assim sendo, denomina-se como patronesse da cadeira número 10 da AFHAL “Lucinéia Guimarães” 


 1º Ocupante: Usálio Braz Pivetta




terça-feira, 27 de julho de 2021

Cadeira Perpétua Arnaldo João Kuster - Nº 11






Arnaldo João Kuster nasceu na Vila Braço do Sul, em 25 de Setembro de 1898, filho de Ulrich Kuster e Izabel Pröscholdt, em família de intelectuais. Seu pai  foi o fundador da escola local (em 1886) e seu primeiro professor, ensinando em sua língua nativa, o alemão.


O Professor Arnaldo Kuster ladeado
por seus alunos em foto de 1915

Foto: Acervo de Jaír Littig

O jovem professor Arnaldo, entretanto, seguindo a profissão do pai, traduziu a cartilha do alemão para o português, passando a alfabetizar as crianças da então Vila de Marechal Floriano na língua nacional brasileira.

Casou-se com a também professora Flores Passinato, com quem teve três filhas (Nadyr, Laura e Solange) que seguiriam o caminho dos pais no magistério.

Faleceu em 08 de Fevereiro de 1961.

Foto:Acervo Pessoal de
Djanira Edilene Christ Stein


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1º Ocupante: Valmere Klippel Santana (15/11/1967)

Foto: Cícero Modolo



Escritor e historiador, nasceu em Marechal Floriano, onde viveu toda a infância e realizou os estudos da Educação Básica. Em 1995 foi admitido na UFES, após ter alcançado o 1º lugar no vestibular para o curso de Letras Português, tendo cursado 6 períodos na formação, que foi obrigado a abandonar sem concluir, motivo de grande frustração. Entretanto, escreve e publica bastante no período, tendo vários trabalhos premiados. Atua também no magistério, lecionando na Rede Pública estadual e em algumas redes municipais.

Em 2019, finalmente realiza o sonho de graduar-se, embora que tardiamente, licenciando-se em Ciências Humanas e Sociais, na Universidade Federal do Espírito Santo. Em 2021 inicia, na mesma UFES, a graduação em um segundo curso: História, sua grande paixão. Esse curso ainda encontra-se em andamento no momento em que é produzida a presente nota biográfica.

Casado com Adriana Deorce desde 2009, o acadêmico é pai de Iúri e Caio (de uma primeira união com Silvana Fischer), e de Raíssa, Lara e Manuela.

Publicando pela editora Clube de Autores, a bibliografia do acadêmico constitui-se das seguintes obras:

Baía de Todas as Vitórias (Romance)

https://clubedeautores.com.br/livro/baia-de-todas-as-vitorias

PVD-5 (Romance)

https://clubedeautores.com.br/livro/pvd5

Obituário Secreto dos Dias & Outros Contos (Contos)

https://clubedeautores.com.br/livro/obituario-secreto-dos-dias

Itinerário Existencial (Poemas)

https://clubedeautores.com.br/livro/itinerario-existencial

As Peças do Jogo (Romance)

https://clubedeautores.com.br/livro/as-pecas-do-jogo

Crônicas do Apocalipse (Romance)

https://clubedeautores.com.br/livro/cronicas-do-apocalipse


Mostra da Obra:


Texto 1:

Baía de Todas as Vitórias (Capítulo 32)

 

Mãe Albina vira o Sítio Renascer prosperar naqueles anos em que vivera ali. Orgulhava-se de fazer parte daquilo tudo e se não havia naquela terra o seu suor, por que a idade e as forças já não lhe permitiam a lida, sabia que a força do povo que trouxera até ali guiada pela mão de Deus suara por ela, mexera e remexera a terra, plantara e colhera, pastoreara, inventara novas formas de domar os ventos, de conter as enxurradas, de amainar a fúria do sol do meio dia. 

- Naná, traz pra eu um copu daquela batida di abacati, fia! – Pediu subitamente Mãe Albina à filha, que pela  graças da mão de Deus estava bem encaminhada com o Paulistinha, que se não era lá muito bonito, compensava a feiúra sendo muito trabalhador e esperto, verdadeiro esteio do sítio na ausência do dono, principalmente em ocasiões como a daquela tarde, quando Nhô Marcelo Oliveira mais Nhá Jussara e Nhozim Jaiminho tinha descido ao Baixo Mundo para a festa da baía.

- Mãinha, ocê num divia! – Advertiu a filha, preocupada.

- Anda logu, minina, tô mandanu! – exasperou-se a velha, em meio a um ataque de tosse.

- Tá vênu, mãínha! Ocê num podi...

- Intão num discuti cumigo! Será qui nem na hora da morti você podi fazê u qui eu mandu?

Quando a tosse passou Mãe Albina fez um sinal e Naná levou o copo com a batida de abacate à sua boca. A velha tomou devagarinho, saboreando a bebida, relembrando o abacateiro que tinha no quintal lá em Goiabeiras, quando era criança; do pai Nhô Augusto vigiando os frutos, contando, regrando, castigando na “gurumbumba” quem se atrevesse a colher um fruto verde, maduro ou bicado pelos sabiás que cantavam aquele canto triste ao amanhecer e ao entardecer.

- Chega, fia, tô sastisfeita! – disse para Naná e a moça afastou o copo, tentando esconder o choro. – Chora não, fia, todu mundu morri um dia... meu dia tá cheganu! – acalmou-a a velha, fazendo força para segurar a mão magra da filha.

- Fica cum nóis, mãínha!

- Ficu não, fia. Nossu Sinhô tá chamanu... meus dia cu'ocêis se foi, fia!

Lentamente o calor da mão da filha foi desaparecendo. Mãe Albina foi sentindo o corpo leve, a luz da tarde que entrava pela vidraça foi ficando mais intensa. Logo estava subindo, subindo, subindo. E lá de cima via o sítio banhado pelo sol da tarde, as pessoas trabalhando, as plantas crescendo, a vida se multiplicando... a vida continuando!


Texto 2:


Dislexia


Num ppael amraleado

Rbasiqeui meu hoirnozte

Com gfriate e soildão

E a prsesa de um isnatnte

 

Com gfriate e soildão

Rbasiqeui meu hoirnozte

Em ppael amraleado

Na prsesa de um isnatnte

 

Rbasiqeui meu hoirnozte

Na prsesa de um isnatnte

Em ppael amraleado

 

Com gfriate e soildão

Na prsesa de um isnatnte

Rbasiqeui meu hoirnozte


Texto 3





domingo, 25 de julho de 2021

Cadeira Perpétua Mauro José Christo - Nº 13








 1ª Ocupante: Silvana Regina Ferreira



Silvana Regina Ferreira nasceu na cidade mineira de Nova Lima, no dia 25 de junho do ano de 1964. Como boa mineira, gosta de uma boa prosa e se vier acompanhada de um cafezinho, fica melhor ainda. É graduada em Pedagogia e Pós-graduada em Administração, Orientação e Supervisão Escolar, ambas pela Faculdade de Domingos Martins. Pós Graduada em Gestão de Recursos Humanos pela Faculdade Multivix.

Na carreira profissional lecionou para alunos da Educação Infantil na Creche Flomiro Endlich Canal Neto e no Centro Educacional Vovó Fernandina. No Ensino Fundamental trabalhou na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Emilio Oscar Hulle” ministrando a disciplina de Lingua Portuguesa; Escola Munucipal de Ensino Fundamental “Victor Hugo”, também com a disciplina de Língua Portuguesa. Atuou na Secretaria Muncipal de Educação e Esporte no setor pedagógico e na Coordenação Municipal do Livro Didático e da Coordenação Municipal da Educação Infantil. Fez parte da Coordenação Municipal do Projeto Leitura todo dia, desenvolvido nas escolas da rede municipal. Atualmente, atua na direção da Escola Municipal “Elisiário Ferreira Filho”.

Amante da literatura, de uma boa música e das artes de modo geral, gosta de ler e por conta da área em que atua, tem uma predileção pela lietratua infantil. Professa a Fé na Religião Católica, onde tem participação ativa na igreja e, por isso busca na leitura de livros sobre sua religião o conhecimento mais profundo para fundamentar suas crenças. A leitura da vida dos Santos Católicos tem um espaço especial na sua vida. Gosta de brincar com as palavras escrevendo alguns rabiscos sobre suas experências vividas, porém nada publicado.


sexta-feira, 23 de julho de 2021

Cadeira Perpétua Dário Kill - Nº 15


 

Dário Kill nasceu no dia 15 de novembro de 1934, às 2 horas da tarde em Soído, município de Domingos Martins. Era o oitavo dos onze filhos de José Kill Júnior e Luíza Kumm Kill, ambos produtores rurais. A infância foi muito dura. Além de madrugar para alimentar as criações, ainda tinha que caminhar cerca de duas horas para chegar até à escola e ter aulas com a saudosa Dona Flores, uma de suas primeiras professoras que ele conservou viva na memória durante toda sua existência.

O amor pelos livros, o gosto pela leitura, uma espiritualidade latente e uma espécie de chamado de Deus fizeram com que, aos onze anos de idade, pedisse ao pai para prosseguir nos estudos, algo difícil para os moradores do interior que, normalmente, concluíam apenas o ensino primário. Estudou Filosofia e Teologia em Roma, tornou-se sacerdote e atuou como padre na Grande Vitória nos anos 60.

Fiel às suas próprias convicções, traço próprio de sua personalidade, afastou-se de suas atividades sacerdotais para se casar com Margarida Girelli Kill, na data de 06 de janeiro de 1970. Infelizmente, o Concílio Vaticano II, evento em que ele depositara grande esperança, não havia permitido o casamento de padres católicos. Dário Kill nunca se considerou um ex-padre. O sacramento da ordem constitui-se num ato perpétuo e inalienável, apregoava ele.

Seu Dário foi um homem de grande sabedoria, dedicando sua vida ao conhecimento e ao entendimento do mundo.




1ª Ocupante: Paula Rúbia Christ Stein




Nascida em 19 de novembro de 1978, em Anápolis – GO. É filha de Djanyra Edilene Christ Stein e Mauro Rubens Stein. Estudou Letras na Universidade Federal do Espírito Santo e posteriormente cursou o Mestrado em Estudos Literários na mesma instituição. Amante das letras e da literatura, foi fortemente influenciada por sua bisavó Flores Passinato Kuster, com quem conviveu na infância e herdou o interesse pela arte, pela cultura e pela escrita. Trabalha como professora desde os 18 anos e atuou nos diversos nível de ensino, desde o fundamental até o universitário. Atualmente é professora efetiva na EEEFM “Emílio Oscar Hülle”.


Edital de convocação da 5ª Reunião Ordinária 2025 da Diretoria Executiva

 A Presidente da AFHAL, no uso de suas atribuições, em conformidade com as disposições estatutárias e regimentais, convoca os diretores à se...